Exposição do Castelo Rá-Tim-Bum

Parece clichê, mas segunda-feira eu realizei um sonho. Sempre, sempre mesmo, quis conhecer o Castelo Rá-Tim-Bum e ser da turma do Nino e ser uma das fadas do lustre... Ah, como era (e é) legal assistir ao Castelo Rá-Tim-Bum. Quando fiquei sabendo da exposição no MIS (Museu da Imagem e do Som), que eu nem sabia que existia, tive um mini-infarto e decidi que teria que ir lá. E fui. Na prorrogação, mas eu fui. No bate e volta, mas eu fui. E foi, simplesmente, incrível, indescritível, encantador.


Eu já estava aguardando as filas e a lotação, chegamos lá às 6h10 da manhã (tarde para o programado) e já tinha fila! Depois que nós, a fila nunca mais parava de aumentar e ficou enorme. Por volta das 7h20, o moço passou com a plaquinha dizendo que os ingressos estavam esgotados. Sério. Fiquei com receio de não conseguirmos entrar ainda pela manhã, porque já estávamos com passagem marcada para às 15h. Ó, vou contar um segredo, mas não espalha. Nós fomos com o pessoal que vai para São Paulo fazer compras, assim, a passagem saiu mais barata, e como teríamos que voltar no mesmo pé que fomos, veio mais do que a calhar (#ficaadica da economia). 


Mas para o nosso encanto, meu e do Anderson (meu companheiro de mochila e amor!), conseguimos ingressos logo para a primeira turma, mais ou menos umas 7h30 já estávamos entrando. O que foi ótimo, porque ficamos bem umas duas horas lá dentro e ainda assim sobrou tempo para mais passeio, já conto lá no final do post.


Lá dentro era muito, muito, muito bacana! Muito cuidado nos detalhes e também muitas peças originais (usadas nas gravações). Mas já peço desculpas de antemão, porque as fotos com flash são proibidas (como em todos os museus), como a iluminação não era a ideal e a fotógrafa muito menos, algumas/muitas deixaram a desejar, mas tá legal assim mesmo. Confere só.




Esse é o Porteiro original.










Tinham vários documentos como este: roteiros, cartas, fax, convites, notícias de jornal...























Sei que foram muitas fotos, mas foi difícil selecionar poucas (e olha que se comparado ao montante, até que isso daqui foi pouco). Deu pra perceber a cara de criança feliz/bocó, né. Então tá. Sai de lá extremamente feliz. Foi emocionante! Todo o meu amor pelo cara que teve essa ideia e, claro, para o meu amor que foi comigo até lá!

O Castelo Rá-Tim-Bum é o programa mais premiado da tv! E também o programa infantil de maior audiência da TV Cultura. Ele foi gravado de 94 até 97, mas ficou no ar por muitos mais anos (inclusive está sendo reprisado). Seu caráter educativo (tudo sempre tinha algo a ensinar para as crianças, inclusive algumas ideias originais foram modificadas para que ficassem mais educativas) foi um marco na história da tv, tanto nacional quanto internacional.

Saindo da exposição, fomos em uma loja Harley Davidson que tem bem em frente ao museu, só para passear mesmo. Depois, fomos de ônibus até a Sé para eu conhecer a praça e a igreja. 


Antes de seguir, pausa para o lanche (a fome era enorme).
Seguindo o passeio, descemos caminhando pelo centro de São Paulo (que lugar incrível!) até o Vale do Anhangabaú, passamos em frente ao Teatro Municipal (lindo) com direito a uma espiadinha lá dentro pela janela. Por fim, fomos até a Galeria (enorme) do Rock. Aí decidimos voltar, mas tinha uma garotinha com sua família no caminho.






Já sabia da exposição da Mafalda, mas como estava cogitando a hipótese de ficar muito mais tempo para entrar no MIS, nem pensei em visitá-la. Foi uma pena, porque teria sido possível. Mas deu pra dar uma espiada no que estava acontecendo e tirar mais fotos (estava paquita neste dia, desculpem-me por isso!).

Desconsiderem: cabelo bagunçado, cara de cansada etc etc etc.
Fim do nosso passeio. Já não tínhamos forças para mais nada, estava mais suada que a porta bandeira da Mangueira no final da avenida e com o pé pra lá de doendo. Pegamos o metrô, voltamos para o ônibus e comemos, porque era a única coisa ainda possível, hahaha.
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